SERVIDORES PÚBLICOS DA PARAÍBA
sexta-feira, 21 de abril de 2023
Por uma maior valorização do servidor público paraibano
quarta-feira, 22 de março de 2023
PROFESSORES/AS DA UEPB DECIDEM PARALISAR 13 DE ABRIL PARA PARTICIPAR DE AUDIÊNCIA SOBRE SITUAÇÃO SALARIAL
Os/as professores/as da Universidade Estadual da Paraíba – UEPB decidiram paralisar suas atividades no dia 13 de abril, data da audiência pública da Assembleia Legislativa que discutirá a situação salarial dos servidores estaduais. A deliberação foi tomada hoje (21/03) numa assembleia da categoria. A paralisação também tem o objetivo de pressionar o governo do estado a abrir negociação com os servidores estaduais, que reivindicam um reajuste linear, retroativo a data base, no mês de janeiro. Desde de janeiro, ADUEPB e o Fórum dos Servidores têm solicitado audiência com o Governador para discutir Database. A audiência pública foi agendada para o dia 13/04, às 14:00, em articulação do Fórum dos Servidores (reunindo mais de 30 entidades representativas das categorias) com os deputados proponentes, Bosco Carneiro e Cida Ramos. Em assembleia, a ADUEPB garantiu a logística de deslocamento para a sessão como ato de mobilização no dia da paralisação.
Progressões
No ponto sobre a liberação das progressões de carreira (interstício 22/23), a assembleia ratificou as ações da diretoria da ADUEPB na negociação com o governo do estado. A ADUEPB tem agenda marcada com a SEPLAG (Secretaria de Planejamento, orçamento e gestão) para discutir a questão e foi decidido em plenária os pontos a serem colocados. Além da liberação 2022/2023, o pagamento dos retroativos será também um ponto imprescindível na pauta de reivindicações. Outra estratégia que a diretoria do sindicato deverá insistir é a cobrança do cumprimento da lei de autonomia da UEPB, que deve assegurar o repasse para a instituição de, no mínimo, 3% das receitas do Governo do Estado. Nos últimos anos este percentual não tem sido cumprido e impede a garantia orçamentária para o pagamento das progressões, reajustes salariais e dos retroativos.
Comissão
Para auxiliar a diretoria na tarefa de mobilizar a categoria para a campanha salarial a assembleia criou uma comissão de mobilização que será integrada pelos/as professores/as Rita Cavalcante, Nelson Júnior, Margareth Melo, Cristiane Nepomuceno e Ethan Barbosa.
Fiscal
No último ponto de pauta da assembleia, os participantes definiram a nova composição do Conselho Fiscal da ADUEPB. Os/as professores/as Edson Holanda, Nelson Júnior e Margareth Melo serão titulares e os/as Roberta Portugal, Cristiane Nepomuceno e Edvaldo Lima serão suplentes.
Descentralizada
A assembleia de hoje foi realizada de forma descentralizada e professores dos campi de Catolé do Rocha, Monteiro, João Pessoa, Araruna e Guarabira puderam participar simultaneamente, através do formato de videoconferência. Em evento teste, a ideia é que as próximas assembleias contemple todos os Campi da UEPB.
Fonte: ADUEPB – https://aduepb.com.br/2023/03/21/professores-as-da-uepb-decidem-paralisar-13-de-abril-para-participar-de-audiencia-sobre-situacao-salarial/
domingo, 3 de fevereiro de 2019
Primeiro evento do CEAT em 2019
terça-feira, 1 de março de 2016
LUTA PERMANENTE CONTRA A DESVALORIZAÇÃO DO SALÁRIO DOCENTE
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Lutar por uma educação de qualidade no campo é um compromisso do povo
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Encontro da Juventude em PE vai debater a realidade da luta do campo
segunda-feira, 11 de maio de 2015
CARTA À SOCIEDADE PARAIBANA
Nossa luta é permanente, pela busca da reposição das perdas salariais que tiveram início no mês de setembro de 2014. No dia 30 de Janeiro de 2015 nosso sindicato ADUEPB enviou ao magnifico reitor da UEPB uma proposta de reposição das perdas inflacionarias de 8% retroativos ao mês de janeiro do corrente ano. Legalmente esse percentual deve ser reposto, porque com base na Lei da Autonomia da UEPB, o mês de janeiro se estabelece como Data-Base da categoria, instituído pelo PCCR (Plano de Cargos e Carreira e Remuneração), por meio da Lei 8.441 de 28 de dezembro de 2007. Queremos esclarecer à sociedade paraibana que esse percentual foi resultado de estudos feitos pelo DIEESE (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos). Portanto, nossas reivindicações são legítimas e necessárias em nome da manutenção da Educação pública e de qualidade no nosso Estado. Nesse sentido nossa campanha é dizer NÃO à TERCEIRIZAÇÃO e a PRECARIZAÇÃO do trabalho docente por meio da desvalorização salarial nem só na Paraíba, mas, em escala nacional.
Pois entendemos que esse rolo compressor pode atingir nossos direitos adquiridos ao longo da nosso histórico de luta enquanto classe trabalhadora.
No processo de terceirização, as empresas também são afetadas, porque se acostumam com a deteriorização das condições de trabalho, ao invés de apostarem em ganho de produtividade, acabam apostando nesse tipo de contratação destrutiva dos direitos dos trabalhadores. Por esse motivo precisamos iniciar urgentemente, enquanto classe trabalhadora organizada, ambientes de discussões para impedir o avanço das terceirizações que afetam hoje no Brasil, um contingente próximo de 2,7 milhões de trabalhadores. Estudos do DIEESE, apontam que se a jornada de trabalho dos terceirizados fosse igual a dos contratados diretamente, seriam criados 801.383 novos empregos no Brasil, mas, seus salários são em média 27% menores que a dos empregados diretos.
É por isso que, convocamos o apoio da sociedade paraibana para nos ajudar nessa luta, porque EDUCAÇÃO e TRABALHO são princípio básicos para que uma sociedade seja bem sucedida. Lembrando que nossa luta não é por aumento salarial, e sim pela reposição das perdas. Mas, discutimos também questões mais profundas que envolvem todo o metabolismo societário dos/as paraibanos/as que compõem o universo da classe trabalhadora, mas, para a qualificação da EDUCAÇÃO e do TRABALHO, é fundamental que se valorize o trabalho docente. Sabe-se que o PL 3340, orquestrado pelo capitalista Sandro Mabel, prevê a volta da figura do “gato" para intermediar as relações de trabalho, e, prevê também o fim da CLT. Esses serão nossos desafios diante do mundo do trabalho nesse início de século XXI.

